O maior festival cervejeiro do estado

Os dias 05 e 06 de agosto marcaram o calendário mineiro com o maior evento cervejeiro do estado, o FICC – Festival Internacional de Cerveja e Cultura. BH inteira estava lá pra se divertir, consumir, pra comer e beber muita breja, tudo isso curtindo rock’n roll. Em sua terceira edição, o evento teve como tema a Bélgica e prometeu transformar o Parque da Gameleira em uma cidade cervejeira. Veja como foi a cidade do FICC.

A Cidade do FICC

Créditos: Black Pig Produtora

Acompanhamos o festival desde o seu primeiro ano, como você pode ter lido aqui. Chegamos e uma fila gigante estava formada na entrada do evento, que já estava lotado. Se você leu a palavra lotado e já está pensando que o evento foi ruim por causa disso, aí você se engana. Escolher o Parque da Gameleira, que é um espaço dedicado tradicionalmente para eventos tipicamente rurais, foi uma ideia sensacional. Isso porque o espaço é enorme e a estrutura montada ficou maravilhosa. O Parque da Gameleira virou a Cidade do FICC.

 

 

Compras e Diversão garantida

À medida que eu fui embrenhando pela cidade fui descobrindo cada cantinho e me apaixonando. Para atender a diversos tipos de pessoas e suas vontades tinha loja de tudo. Drogaria, boutique country, decoração, vestuário, tatuagem e até poker. Eu nem sei dizer na verdade se conheci toda a estrutura do evento. As crianças ganharam um espaço com monitores, exclusivo para elas. As atrações não pararam. Uma lona circense foi montada no meio da arena, agradando toda a família. Um touro mecânico foi instalado para garantir as risadas dos amigos e a Petisqueira Pampulha levou a sua bicicleta etílica. Só pedalando, ou no meu caso curtindo a vista, pra saber o quanto foi divertido.

Gastronomia e Cerveja Artesanal

Para comer, o mais difícil era decidir o que. O Kiki Ferrari levou uma costela de fogo de chão, tinha a famosa Pizzaperitivo do Cezão, batata frita, pipoca, os camarões do Classe A, comida japonesa, empanadas, os petiscos da Cervejaria Tapas, uma área exclusiva de doces além de muitas outras opções. Além de água, sucos e refrigerante, também tinha opção de vinhos. As cervejas foram o brilho do festival e não pude deixar de passar nos stands da Madalena, Confraria de Minas, Fürst, Confrades, Meñk, Gangster, Verace, Uaimií, Backer, Loba, Capa Preta, La Grand e Antön. Também visitei o stand da Belgina Beer BH que foi a responsável por levar as cervejas belgas para o evento.  Muita gente indicou e não pude deixar de conhecer e provar a premiada e saborosa Avena, uma Belgian Pale Ale da Cervejaria Noi, carioca de Niterói e sua conterrânea Octopus com uma NE IPA que estava super aromática com uma explosão de sabores.

Música

Quanto as atrações musicais tenho minhas considerações. Algumas atrações deixaram a desejar e foram repetitivas. Senti falta de mais atrações de peso. Parabéns para a Nêga e sua simpatia contagiante, Lili Band, que foi monstra, para os meninos prodígios da Poison Gas que sempre arrazam, para a Lurex que é puro talento e para a Banda do FICC que levou a platéia ao delírio relembrando alguns sucessos e tocando Raimunos, claro.

Banda Poison Gas

Há muito tempo Belo Horizonte necessitava de um evento cervejeiro grande e os produtores, Play Cultural e Armazen de Stands, prometeram e cumpriram. Queria voltar no tempo pra poder curtir tudo de novo, mas o que me resta é contar os dias para o próximo.

E você? Esteve no FICC? Conta aqui pra gente sua experiência no festival.

Um abraço!