Deus criou o homem e da sua costela criou a mulher, então o homem descobriu a cerveja e a mulher bebeu (A quem diga que a cerveja foi descoberta pela mulher e não pelo homem). Como eram as mulheres as responsáveis pela alimentação nas residências, eram elas quem fabricavam a cerveja. Na Idade Média, a cerveja passou a ser produzida pelos homens.

Fazer e beber cerveja não eram hábitos exclusivos dos homens, mas eram mais comum a eles do que às mulheres. As mulheres eram criadas para os afazeres domésticos e para agradar os maridos, assim como suas mães. Hoje as mulheres entendem, estudam, falam e bebem a cerveja, como seus pais.

Se a mulher tem o paladar mais sensível que o homem para degustar as cervejas, prefiro não fomentar uma discussão. Fato é que nós, mulheres, hoje, podemos conversar de igual pra igual, quando o assunto é cerveja. Existem clubes e confrarias exclusivamente femininas – no Brasil todo – e em BH também, onde os temas são variados, mas a bebida obviamente é a cerveja.

E nem adianta falar que cerveja engorda e que faz mal à saúde que é mentira. A cerveja beneficia o coração e o consumo de uma lata de cerveja por dia, segundo especialistas, ajuda a controlar o colesterol, evita o cálculo renal e previne até pneumonia!

Eu comecei a me aventurar pelo universo das cervejas artesanais pelas mais leves como as Pilsens, as Witbeers e as Fruitbeers, minhas prediletas, e muito antes do Barba. Descobrir novos sabores e novas qualidades de cerveja tem sido fantástico. E você? Já se aventurou por esses sabores? Por onde começou? Qual mais gostou? Conte pra gente!

Um abraço!